Uma verdadeira Aula sobre essa moedinha danada que ta caindo na boca e no uso da galera....se tiver paciência terás grandes informações...
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Entenda um pouco mais sobre o processo decriação e onde pode ser utilizado uma moeda virtual!
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Como vimos na primeira coluna desta série, o bitcoin é uma criptomoeda (um instrumento de troca, ao portador criado com base em criptografia digital) que atende a todas as condições que devem ser cumpridas pelas moedas oficiais, emitidas pelos diversos países. Mas, ao contrário das moedas nacionais, não é emitida por qualquer autoridade monetária de nenhum país.
Então quem emite o bitcoin? Quem controla sua circulação?
A resposta mais curta seria “ninguém”. Que, embora verdadeira, daria uma falsa impressão sobre a complexidade e segurança do sistema. Então vamos tentar explicar melhor.
Figura 1: Símbolo do Bitcoin. (Foto: Reprodução/B.Piropo)
Os bitcoins não são “emitidos” na acepção clássica do termo: impressos e postos no mercado por um governo que controla sua circulação. O processo pelo qual os bitcoins entram no mercado é mais parecido com o que ocorre com o ouro que, por sinal, também pode ser usado como moeda. Pois tanto o ouro quanto os bitcoins são obtidos por “mineração” (“mining”).
Já veremos como se pode “minerar” bitcoins. Antes, porém, para que a explicação faça sentido, é preciso examinar as razões que fazem com que o ouro possa ser usado como moeda. A primeira delas é o fato de ser raro. Extremamente raro. O que previne que subitamente o mercado financeiro seja inundado de ouro, causando caos e derrubando a cotação do metal.
Imagine o que ocorreria se, por acaso, alguém descobrisse uma jazida de ouro tão próxima a superfície que fosse muito fácil extrair o metal e tão grande que seu suprimento fosse praticamente inesgotável. E que seu proprietário começasse a explorá-la minerando grandes quantidades de ouro e vendendo toda sua produção assim que o metal fosse extraído. A primeira ideia que se tem é que esta pessoa se tornaria muito, muito rica. Mas na verdade, ocorreria justamente o oposto: a incontrolável abundância de ouro no mercado que isto iria provocar faria com que o ouro valesse tanto ou menos que qualquer outro metal e aquele cavalheiro, assim como milhares de outros proprietários de grandes quantidades de ouro, se veriam com um monte de metal amarelo, pesado e mole nas mãos, valendo pouco ou quase nada, sem saber o que fazer com ele.
Logo, o que mantém a cotação do ouro elevadas é sua escassez. É claro que esta cotação oscila de acordo com os humores do mercado, mas sempre em uma elevada faixa de valores. Algo parecido ocorre com os bitcoins: a quantidade existente no mercado é rigorosamente controlada para evitar que sua cotação desabe.
O que nos leva ao segundo ponto. Note que no parágrafo acima eu mencionei que a jazida deveria ser não apenas grande, mas que a extração do metal fosse fácil. Porque se esta mesma e abundante jazida fosse quase inacessível e exigisse grande esforço e despesas para dela extrair o ouro, o valor do metal continuaria alto, já não por sua escassez, pois sabemos que a jazida seria praticamente inesgotável, mas pelo custo de sua extração. Pois se para conseguir um grama de ouro fosse necessário gastar, digamos, R$ 93,70 (a cotação oficial do metal no dia de hoje), não teria sentido vendê-lo por menos do que isso. Por exemplo: todos nós temos acesso a um suprimento abundante e quase inesgotável de ouro: a água do mar que, em pouco mais de oito bilhões de metros cúbicos contém um quilograma de ouro que pode ser extraído. O problema é que o custo desta extração é muito mais elevado que o preço pelo qual o ouro pode ser vendido nas cotações atuais. Portanto ele fica no mar. Ao menos até que alguém descubra uma forma simples e barata de extrai-lo de lá.
Então o que faz com que o ouro possa ser usado como moeda é a combinação de dois fatores: sua escassez e o custo de mineração.
Pois bem, com o bitcoin ocorre exatamente o mesmo.
Como eu disse antes, ele não é emitido, é obtido por um processo denominado “mineração”. Mas como se pode minerar uma moeda virtual?
Para minerar bitcoins é necessário um computador poderoso dotado do software adequado e ligado em rede a um conjunto de outros computadores pertencentes a outros proprietários ou organizações. Esta rede, cujos nós, além dos dedicados à mineração, são formados por computadores de instituições que negociam com a moeda virtual, controla todo o processo através do mesmo software usado para mineração (logo isto ficará mais claro; mas desde já convém notar que esta rede não tem um nó “central” que controla o processo; pelo contrário, é uma rede tipo par-a-par, ou “peer-to-peer”, o que garante a não existência de uma “autoridade” ou “governança” que controle o processo de emissão e o valor da cotação).
E em que consiste exatamente a “mineração” de bitcoins?
Bem, como vimos acima, o que faz com que os bitcoins tenham valor e possam ser usados como moeda de troca é sua escassez e a dificuldade em obtê-los. A escassez é controlada pelo software instalado em todos os nós da rede, que controlam a cadência com que os bitcoins são minerados (veremos como mais adiante). A dificuldade é criada pelo próprio processo de mineração. Ou seja: para que os bitcoins tenham valor, a forma de obtê-los (ou “minerá-los”) deve não somente ter um nível de dificuldade elevado como também custar algum dinheiro. E o mecanismo divisado pelo idealizador de todo o sistema bitcoin, que se apresenta com o nome suposto de Satoshi Nakamoto, é extremamente engenhoso (quem se interessar por detalhes pode consultar o documento original que criou o sistema).
Então, pergunto: qual é a atividade mais trabalhosa que se pode executar com um computador? Talvez cada um de nós tenha uma ideia diferente, mas todos concordarão que “quebrar” um código de encriptação moderno, criado por um algoritmo de última geração com chave “forte”, se não é a mais difícil é uma das mais difíceis.
Pois bem, é esta a tarefa proposta aos mineradores de bitcoins: de tempos em tempos, em intervalos controlados pelo software que administra o sistema e que está distribuído por todos os nós, é emitido um “hash” (sequência de bits gerada pelo algoritmo de criptografia) contendo um determinado valor criptografado. A dificuldade em “quebrar” este “hash” (ou seja, a partir dele encontrar o valor criptografado) é determinada pelo número de zeros contidos em seu início, portanto pode ser ajustada. Ao ser lançado um novo “hash”, todos os nós dedicados à mineração se põem imediatamente a tentar decifrá-lo.
O primeiro a conseguir recebe como recompensa um determinado número de bitcoins. Tão logo isto ocorre, aquele nó anuncia à toda a rede que quebrou o código e que aqueles bitcoins lhe pertencem. Assim que esta transação estiver registrada em todos os nós da rede (o que costuma demorar dez minutos ou menos) aquele feliz minerador pode fazer uso de seus bitcoins.
Figura 2: “Minerador” de bitcoins da Betterfly Labs. (Foto: Reprodução/B.Piropo)
Bem, que a mineração é trabalhosa, não resta dúvida: quebrar códigos encriptados dá um trabalho de cão (e olhe que o sistema pode facilitar o trabalho aumentando o número de zeros no início do “hash”, do contrário a tarefa seria virtualmente impossível; afinal, todo o sistema de transações financeiras via Internet depende da segurança dos algoritmos de “hash”). Falta ainda verificar a segunda condição: a mineração tem que implicar algum gasto financeiro. E, de fato, implica – um gasto que vem crescendo ao longo do tempo.
Se você se interessar por detalhes (não somente do estabelecimento do custo, mas de toda a montagem de um nó da rede e da forma pelo qual ele é operado) leia o artigo de Greg Ryder publicado no Tom’s Hardware Guide, “All About Bitcoin Mining: Road To Riches Or Fool’s Gold?”. Mas se só está interessado no custo, uma máquina desenvolvida e criada especialmente para minerar bitcoins custa de US$ 1.200 a US$ 30.000, dependendo da capacidade de processamento.
Sim, estas máquinas existem, No início os mineradores usavam estações de trabalho poderosas. Depois descobriram as facilidades oferecidas por certas placas de vídeo cujos coprocessadores gráficos podiam ser usados para acelerar o processo e apelaram para máquinas com diversas destas placas operando em conjunto. Porém, recentemente, algumas empresas (como a Butterfly Labs) começaram a lançar ASICS, ou seja, máquinas dedicadas a uma só tarefa, e esta tarefa é minerar bitcoins. A unidade mostrada na Figura 2, de última geração, tem um custo de US$ 22 mil. Portanto, se seu computador é poderoso, o sonho dos gameiros, e você pensou que poderia usá-lo nas horas de folga para minerar bitcoins, esqueça. Diante dos ASICS sua máquina, por mais poderosa que seja, não leva a menor chance.
Mas não é apenas o custo do hardware que deve ser levado em consideração. Outro componente ponderável do custo é o gasto de energia. Que, naturalmente, varia de local para local. Mas de acordo com o estudo de Ryder no artigo citado, com os custos de energia vigentes na Califórnia (onde ele vive), se a cotação do bitcoin cair abaixo de US$ 105, minerá-los na Califórnia passa a dar prejuízo (perigo que, por enquanto, está afastado: a cotação do bitcoin nesta quinta-feira (23), oscilou entre US$ 860,45 e US$ 863,95 por bitcoin; se tiver interesse em saber a cotação a qualquer momento, consulte o sítio CoinDesk).
Agora que já vimos como os bitcoins entram no mercado, vamos ver quem controla a quantidade de moedas emitidas e sua circulação, impedindo que eles inundem o mercado e, consequentemente, percam valor rapidamente.
Bitcoin é um programa descentralizado moeda digital criado pelo programador Satoshi Nakamoto . Ele não depende de um servidor central para processar transações ou acumulem fundos. Há um máximo de 2.100.000.000.000.000 Bitcoin elementos (chamados satoshis), atualmente mais comumente medido em unidades de 100 milhões conhecido como BTC.
A partir de abril 2013 , é a moeda alternativa mais utilizada, [1] [2] agora com a capitalização total de mercado ao longo $ 11000000000 [3] .
Bitcoin não tem emissor central; vez, a rede peer-to-peer regula Bitcoins, transações e emissão de acordo com o consenso em software de rede. Bitcoins são emitidos para os vários nós que verificam as transações através de poder de computação, ficou estabelecido que haverá um lançamento limitado e programada de não mais do que 21 milhões de moedas BTC, que será totalmente emitido até o ano de 2140.
Internacionalmente, Bitcoins podem ser trocados e gerido através de vários sites e software , juntamente com as notas e moedas físicas. [4] [5]
O maior site anônimo de comércio de drogas foi retirado do ar no início de outubro. Como se previa, a cotação da Bitcoin, única forma de pagamento aceita nas transações, caiu vertiginosamente. Mas, nos dias seguintes, a cotação voltou a subir e encostar no patamar anterior. É difícil explicar todas as oscilações dessa moeda virtual. Até porque seu conceito, sua criação e sua aplicação diferem de qualquer outra.
O conceito da Bitcoin foi criado por Satoshi Nakamoto. Na verdade, trata-se de um pseudônimo, provavelmente inventado por um grupo de programadores que desenvolveram o projeto – até hoje, anônimos. A história começou em 2008, com a publicação de um artigo científico que descrevia o protocolo da moeda virtual como um sistema de pagamento peer to peer (P2P). Ou seja, uma rede que oferece a possibilidade de usuários efetuarem transferências de valores horizontalmente, sem a regulação de um órgão centralizador.
Para garantir a segurança das operações, há um código de criptografia que certifica que as bitcoins sejam usadas apenas pelo seu dono e evita gastos duplos e fraudes. Tudo isso com a transparência do código aberto. “É uma vasta rede de computadores pelo mundo todo que trabalham juntos para processar as transações, manter e atualizar seu histórico e controlar a emissão da moeda. Esse registro de transações é chamado de Blockchain”, explica Adam Stradling, fundador e CEO da Coin4ce, empresa situada em Santiago, no Chile, especializada em soluções para a tecnologia Bitcoin e cofundador da Tradehill.com, bolsa eletrônica para bitcoins localizada em São Francisto, na Califórnia.
Descentralizada, a Bitcoin está imune a pressões governamentais. Um exemplo são políticas econômicas que geram medidas inflacionárias, como a impressão de moeda para aumentar o dinheiro em circulação e, assim, desvalorizá-lo. Atualmente, há 11,7 milhões de Bitcoins em circulação, e o limite pré-definido de moedas é de 21 milhões. Depois disso, nada de “imprimir” mais.
De usuário para usuário, as transações podem ser feitas sem o pagamento de taxas. As comissões só existem caso seja utilizado um serviço de mediação. Mesmo assim, atualmente, são valores bem abaixo das taxas administrativas que um correntista paga para o banco, por exemplo. Segundo Stradling, as taxas reduzidas e a não sujeição a caprichos políticos são apenas algumas das inovações do sistema. “Outras vantagens são a velocidade de execução e irreversibilidade, segurança de recursos e possibilidade de pequenas transações, que antes da Bitcoin tinham preços proibitivos”, pontua.
Essas inovações já expuseram seus usuários a problemas. Em 2010, um ano depois de as primeiras Bitcoins começaram a circular, uma grande falha de segurança foi descoberta, e alguns usuários a aproveitaram emitindo bilhões de Bitcoins para si. Em pouco tempo, o problema foi corrigido, e as operações clandestinas, canceladas. De lá para cá, a aceitação da moeda digital tem sido gradual e, hoje, cada vez mais estabelecimentos oferecem essa forma de pagamento.
Mineração
Qualquer usuário pode criar Bitcoins. Por meio de um aplicativo, os computadores agem tentando quebrar chaves criptográficas e, na tentativa e erro, é formado um novo bloco de transações. Esse processo se chama de Bitcoin mining, ou mineração. Como o número de computadores que integram a rede P2P vem aumentando, fica cada vez mais difícil quebrar essas chaves. Isso quer dizer que, para minerar, o usuário precisa de uma grande quantidade de computadores, o que exige um consumo significativo de energia e traz pequeno lucro ao minerador.
“Manter a rede exige muito esforço dos computadores. Por que alguém contribuiria com o seu para mantê-la? Porque a rede recompensa dando bitcoins de volta”, explica Adam Stradling. A atividade, aliás, deve acabar assim que a quantidade de bitcoins circulando chegar ao teto de 21 milhões, o que deve acontecer em menos de 20 anos.
Mas é claro que, para conseguir Bitcoins, você não precisa minerar. Pode apenas trocá-las por seu dinheiro usual. É possível fazer isso de “wallet para wallet”, ou seja, diretamente com outro usuário, sem intermediários, com valor negociado entre os dois. Mas há também sites que fazem essa mediação e estabelecem uma cotação para a moeda – definida a partir de cálculos matemáticos e pela oferta e procura. No Brasil, o mais aceito é o Mercado Bitcoin; mundialmente, o MtGox constitui-se do maior centro de troca da moeda. Até a segunda semana de outubro, um Bitcoin valia no Brasil R$ 313,32, de acordo com o Mercado Bitcoin. No MtGox, o preço era de US$ 137.
A Coin4ce, dirigida por Adam Stradling, auxilia pessoas e empresas com pouca familiaridade ao sistema. “Fornecemos aos usuários a capacidade de rapidamente comprar e vender bitcoins usando métodos de pagamento baratos e convenientes, armazenar a moeda de forma segura e aceitá-la como forma de pagamento em sua empresa”, conta Stradling, que ainda considera pouco simples a utilização da rede, o que breca a sua popularização. “Os maiores desafios são educação e facilidade de uso. Quanto mais fácil for o uso para usuários não técnicos e quanto mais gente souber o quão grande a Bitcoin é, mais pessoas vão começar a usar a rede.”
Como usar
No momento, são poucas lojas no Brasil que aceitam essas moedas virtuais. Aos poucos, porém, o sistema está se tornando mais conhecido no País. Há três meses, compras online de produtos da Terra Brasilis, empresa de distribuição de bebidas de alto padrão, situada em Pelotas-RS, podem ser feitas com Bitcoins.
Hoje, de acordo com José Artur Sedrez, sócio da empresa, as transações na moeda digital representam 10 a 15% do total de vendas. “Ainda é uma coisa muito nova, vista com algum receio por quem não conhece o procedimento. Acham que é complexo, mas é mais simples, seguro e rápido do que a maneira convencional”, afirma.
O comprador informa que está interessado no produto e recebe o código da carteira virtual da empresa. Após encaminhar a transação, o valor fica bloqueado até que seja confirmado o envio do produto. O processo todo demora apenas algumas horas, conferindo agilidade à compra virtual. O preço que a empresa cobra pelo produto em reais é convertido para a moeda digital de acordo com a cotação do Mercado Bitcoin. “Tem valido a pena. Uma coisa interessante é que a Bitcoin funciona como um produto que se troca por outro produto”, diz Sedrez.
Dúvidas
Apesar das facilidades e vantagens que o sistema oferece, ele ainda é visto com desconfiança por muitos. Apropriações indevidas de Bitcoins já aconteceram no passado devido a brechas de segurança. Seu uso como moeda oficial da Silk Road (rota da seda), um serviço online que funcionava como mercado anônimo para compra e venda de substâncias ilícitas, também não contribui para a imagem do sistema. Recentemente, uma operação do FBI fechou a Silk Road e prendeu Ross Ulbricht, acusado de ser o criador do site. Especulava-se que o mercado ilegal seria responsável por grande percentual das transações na moeda virtual. E de fato, com a notícia, a moeda chegou a registrar queda inicial de 20% em seu valor. Nos dias seguintes, porém, passou a se recuperar e encostar no patamar anterior.
Outra preocupação de investidores é a montanha russa da cotação da moeda, que tem variado bastante. Em julho de 2011, a Bitcoin era vendida a R$ 24,00 no Mercado Bitcoin. Hoje a cotação supera os R$ 300,00. Para Sedrez, no entanto, trata-se de uma oscilação natural. “Há muitas dúvidas por conta dessa variação, mas temos que considerar que cada vez mais lojas estão aceitando, então a moeda está chegando mais próximo de seu valor real. Isso pode pegar de surpresa os desprevenidos, mas quem está mais atento vê com bons olhos”, opina.
Bitcoin é uma moeda digital que pode ser utilizada para fazer pagamentos de forma rápida e gratuita entre pessoas ou empresas.
Não é a primeira moeda virtual alguma vez criada, mas é única porque não tem uma entidade responsável pela sua emissão (como um banco central).
O número crescente de estabelecimentos comerciais, "on" e "off-line", que aceitam "bitcoin" levaram a Alemanha a reconhecer a moeda como "dinheiro privado".
E recentemente as autoridades dos EUA disseram que o "bitcoin" é um "meio legítimo de prestação de serviços de pagamento".
Entenda o que é BitCoin!
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